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Posts para advogados: 30 ideias para Direito de Família dentro da norma

PorMaykom Pereira
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15 min

O Provimento 205/2021 está em revisão no CFOAB. Este guia será atualizado quando a nova versão for publicada.

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Fotos impressas e post-its de rascunho sendo organizados à mão sobre uma mesa de madeira clara
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  1. Por que o advogado de família precisa de um banco de pautas?
  2. Quais são 10 ideias de posts educativos para Direito de Família?
  3. Quais são 10 ideias de posts que quebram mitos no Direito de Família?
  4. Quais são 10 ideias de posts humanizados sem expor clientes?
  5. Como transformar uma ideia de post jurídico em carrossel?
  6. O que evitar em cada ideia de post para advogados de família?
  7. Com que frequência um advogado sozinho consegue postar?
  8. Perguntas frequentes
  9. O que levar deste banco de pautas?
  10. Fontes e referências

Segunda-feira, prazo correndo, e a pergunta volta: o que postar esta semana? Para o advogado de família, a dúvida tem uma camada extra. Os temas da área envolvem filhos, separação e patrimônio, e um exemplo mal escolhido pode expor alguém ou soar como oferta de serviço.

Este guia reúne um banco de 30 pautas para Direito de Família, dividido em três ângulos, cada pauta com tema e headline de exemplo. Depois, mostra como transformar uma pauta em carrossel e o que evitar. O autor é estrategista de marketing, não advogado: o direito material de cada post fica com você, e as referências normativas apontam para as fontes oficiais e para o guia do Provimento 205/2021.

Por que o advogado de família precisa de um banco de pautas?

O advogado de família precisa de um banco de pautas porque a demanda por informação na área é grande e constante, e porque muitos colegas falam com o mesmo público. Um banco de pautas separa a escolha do tema do momento de escrever e evita que a semana comece com a página em branco.

O volume de famílias com perguntas é alto. Segundo as Estatísticas do Registro Civil 2024 do IBGE, o Brasil registrou 428.301 divórcios em 2024, somando processos de primeira instância e escrituras em cartório, uma queda de 2,8% sobre 2023. Nos divórcios com filhos menores, a guarda compartilhada chegou a 44,6%, contra 42,6% de guarda materna: foi a primeira vez que a compartilhada ficou à frente.

A concorrência pela atenção também é alta. No PerfilADV, o 1º Estudo Demográfico da Advocacia Brasileira (CFOAB com FGV, 20.885 respondentes em 2023), Família e Sucessões aparece com 14% como a segunda área isolada mais citada, atrás apenas do Cível, com 26%. O público pergunta, e muitos advogados respondem.

Na prática, um post genérico sobre direitos na separação disputa espaço com centenas de posts parecidos. Um banco de pautas organizado por ângulo ajuda o advogado a variar o recorte do mesmo tema e a manter a constância. Os números não indicam alcance nem clientes: indicam apenas que há dúvidas reais a responder.

Mãos organizando post-its de rascunho em três colunas sobre uma mesa de madeira clara
Um banco de pautas separa a escolha do tema do momento de escrever.

Quais são 10 ideias de posts educativos para Direito de Família?

Os posts educativos para Direito de Família explicam como uma regra ou um procedimento funciona, sem prometer resultado e sem convidar o leitor a processar alguém. O formato mais seguro é a headline em forma de pergunta, com a resposta técnica nas lâminas, como mostra a tabela.

TemaO que o post explicaHeadline arriscadaHeadline dentro da norma
Guarda compartilhadaDivisão da rotinaGaranta a guarda do seu filhoGuarda compartilhada: quem decide o quê na rotina da criança?
Pensão alimentíciaComo o valor é fixadoDescubra quanto você vai receber de pensãoComo se discute o valor da pensão alimentícia?
Divórcio extrajudicialQuando cabe o cartórioDivórcio rápido e sem dor de cabeçaDivórcio em cartório: quando é possível?
InventárioAs etapas em ordemInventário resolvido em poucas semanasInventário: quais são as etapas até a partilha?
Regime de bensDiferença entre regimesProteja seu patrimônio antes que seja tardeRegime de bens: o que muda de um regime para outro?
União estávelComo ela é reconhecidaSeu companheiro pode ficar com metade de tudoUnião estável: como ela é reconhecida?
Alienação parentalO conceito legalSeu ex está virando seu filho contra você?O que a lei chama de alienação parental?
ConvivênciaO calendário de convivênciaNão deixe seu ex tirar seus filhos de vocêComo se organiza o calendário de convivência?
Revisão de alimentosQuando cabe revisãoPague menos pensão a partir do mês que vemQuando é possível pedir a revisão da pensão?
PartilhaO que entra na divisãoNão saia do casamento sem a sua partePartilha de bens: o que entra na divisão?
Exemplo ilustrativo: headlines criadas para este artigo.

As headlines arriscadas repetem três problemas. Prometem resultado, o que o Provimento 205/2021 do CFOAB veda no art. 6º. Incitam o litígio, contra o art. 41 do Código de Ética e Disciplina da OAB (CED). E exploram o conflito familiar com tom sensacionalista, o que o art. 43, parágrafo único, do CED pede para evitar.

As versões dentro da norma são perguntas de propósito. A capa não afirma prazo, valor ou regra, e a explicação fica para as lâminas, onde cabem as ressalvas que cada tema exige. Quem escreve a resposta técnica é você, com o dispositivo conferido na fonte.

Quais são 10 ideias de posts que quebram mitos no Direito de Família?

Os posts que quebram mitos no Direito de Família usam o ângulo provocativo: partem de uma crença que circula e explicam o que a lei diz sobre ela. O alvo da provocação é a crença, nunca uma pessoa ou um colega de profissão. Antes de publicar, o advogado confere na lei e na jurisprudência se a crença é de fato equivocada, e em que medida: algumas estão só parcialmente erradas.

TemaCrença que circula (a conferir)Headline provocativa dentro da norma
MaioridadeA pensão acaba sozinha aos 18 anosA pensão acaba no aniversário de 18 anos?
Saída de casaQuem sai de casa perde a parte do imóvelSair de casa faz perder a parte do imóvel?
Guarda compartilhadaCompartilhada é metade dos dias em cada casaGuarda compartilhada é dividir os dias pela metade?
União estávelSó existe depois de alguns anos juntosExiste tempo mínimo para a união estável?
ConvivênciaQuem atrasa a pensão não pode ver o filhoAtraso na pensão impede a convivência com o filho?
DivórcioSó sai se os dois concordaremDá para se divorciar sem a concordância do outro?
DesempregoDesempregado não precisa pagar pensãoPerder o emprego suspende a pensão?
PercentualA pensão é sempre um percentual fixoExiste percentual fixo para a pensão?
AvósSó os pais respondem pela pensãoOs avós podem ser chamados a pagar pensão?
InventárioSem muitos bens, não há inventárioInventário é só para quem deixa muitos bens?
Exemplo ilustrativo: crenças e headlines criadas para este artigo, mantidas como perguntas. A resposta de cada uma depende do caso e da conferência na lei.

O ângulo provocativo tem um risco próprio: o tom de denúncia. Headlines como "o que seu advogado não te conta" depreciam colegas, o que o art. 43, caput, do CED veda ao proibir pronunciamentos sobre métodos de trabalho de outros advogados, e o art. 3º, IV, do Provimento 205/2021 veda ao proibir expressões de comparação. A provocação boa corrige a informação sem apontar culpados.

Quais são 10 ideias de posts humanizados sem expor clientes?

Os posts humanizados do advogado de família mostram a rotina, o estudo e o método de trabalho, nunca um cliente, um processo ou um resultado. O leitor conhece a forma como o advogado pensa e se prepara, e nenhum dado de atendimento aparece. Neste banco de pautas, o ângulo humanizado parte do método, não de um caso real.

IdeiaO que o post mostraHeadline dentro da norma
Rotina de estudoComo o advogado se atualizaO que leio toda semana para acompanhar o Direito de Família
Preparação de audiênciaEtapas gerais, sem processo identificávelComo me preparo para uma audiência de conciliação
Leitura de lei novaPrimeira leitura comentada de uma normaLi a nova lei sobre [tema]: três pontos de atenção
Primeira consultaDocumentos pedidos em termos geraisQue documentos costumam ser pedidos numa consulta de família?
OrganizaçãoComo os papéis de um inventário são reunidosComo organizo os documentos antes de um inventário
VocabulárioTermos técnicos traduzidosCinco termos do Direito de Família que explico toda semana
Dia de trabalhoDivisão entre prazos, estudo e atendimentoComo divido o dia entre prazos, estudo e atendimento
MediaçãoComo funciona uma sessão, em termos geraisO que acontece numa sessão de mediação familiar?
Bastidor do métodoComo o advogado escolhe as pautasComo escolho os temas que publico aqui
Congresso ou cursoO que o advogado aprendeu num eventoTrês ideias que trouxe de um congresso de Direito de Família
Exemplo ilustrativo: ideias e headlines criadas para este artigo.

O cuidado do bastidor é visual. Uma foto da mesa de trabalho pode mostrar uma capa de processo, uma tela com nome de parte ou um documento legível. O sigilo profissional é de ordem pública (CED, art. 36), e o Provimento 205/2021 veda a ostentação de bens, viagens e hospedagens (art. 6º, parágrafo único). Fotografe só o que não identifica ninguém.

Sete lâminas de carrossel impressas em sequência sobre a mesa, com um post-it de rascunho ao lado
O roteiro de um carrossel distribui a explicação em lâminas curtas.

Como transformar uma ideia de post jurídico em carrossel?

Uma ideia de post jurídico vira carrossel em seis etapas: definir a tese, escolher o ângulo, escrever a headline, distribuir as lâminas entre contexto, problema e explicação, redigir a legenda e fechar com um convite dentro da norma. A ordem importa, porque a tese orienta todas as decisões seguintes.

  1. 1

    Defina a tese

    Escreva em uma frase o que o leitor deve entender ao final. Se não cabe em uma linha, o tema está largo demais.

  2. 2

    Escolha o ângulo

    Educativo, provocativo ou humanizado. O ângulo define o tom da capa.

  3. 3

    Escreva a headline

    Prefira a pergunta que o público faz. Sem promessa, sem prazo, sem valor e sem superlativo na capa.

  4. 4

    Distribua as lâminas

    Contexto, problema, explicação e fechamento, com uma ideia por lâmina.

  5. 5

    Redija a legenda

    Repita a tese em linguagem simples e inclua nome e número de inscrição na OAB, como pede o art. 44 do CED.

  6. 6

    Feche dentro da norma

    Convide a salvar, comentar uma dúvida geral ou acompanhar o perfil. Evite chamadas de contratação e de litígio.

O fluxo editorial do Toga Content segue essas mesmas etapas: o advogado escolhe o ângulo, a headline, o roteiro do carrossel e a legenda, com sugestões personalizadas pela área de atuação definida no cadastro. Em cada etapa a decisão é do advogado, que continua sendo o autor do conteúdo e o responsável pelo que publica.

Exemplo ilustrativo

Roteiro de 7 lâminas: guarda compartilhada (ângulo educativo)

Lâmina 1, capa: "Guarda compartilhada: quem decide o quê na rotina da criança?"

Lâmina 2, contexto: "Em 2024, a guarda compartilhada passou a ser a mais registrada nos divórcios com filhos menores: 44,6%, segundo o IBGE."

Lâmina 3, problema: "Muitos pais chegam com uma dúvida: compartilhar a guarda é dividir os dias pela metade?"

Lâmina 4, explicação: [o advogado explica o que a lei entende por guarda compartilhada, com o dispositivo conferido]

Lâmina 5, explicação: [o advogado explica como o tempo de convivência costuma ser organizado]

Lâmina 6, explicação: [o advogado lista decisões que os pais tomam em conjunto, como escola e saúde]

Lâmina 7, fechamento: "Salve este post para consultar depois. Cada família tem uma situação própria."

Legenda: resumo da tese em três frases, seguido de nome e número de inscrição na OAB.

O que evitar em cada ideia de post para advogados de família?

Em cada ideia de post para advogados de família, quatro erros aparecem com mais frequência: usar caso concreto, explorar o sofrimento de crianças, prometer resultado e chamar o leitor a buscar seus direitos. Os quatro estão vedados pelo Provimento 205/2021 do CFOAB ou pelo Código de Ética e Disciplina da OAB.

  • Caso concreto: o Provimento 205/2021 veda menção a decisões e resultados de processos patrocinados (art. 4º, § 2º) e o uso de casos concretos em vídeos (art. 5º, § 3º) e para oferta de atuação (art. 6º). O CED veda listas de clientes e demandas (art. 42, IV).
  • Sofrimento de crianças: fotos de crianças chorando ou frases de impacto sobre filhos afastados aproximam o post do debate sensacionalista que o art. 43, parágrafo único, do CED manda evitar.
  • Promessa: frases como "ganhe a guarda" ou "reduza a pensão" prometem resultado, vedado no art. 6º, caput e parágrafo único, do Provimento 205/2021.
  • "Procure seus direitos": a cartilha do Comitê Regulador cita essa chamada como exemplo do que não usar em botões e links. O art. 41 do CED veda induzir o leitor a litigar.

Captação de clientela é infração disciplinar (Estatuto da Advocacia, art. 34, IV), e a violação ao CED é punida com censura (Estatuto, art. 36, II). A cartilha do Comitê Regulador do Marketing Jurídico responde às dúvidas mais comuns, e o guia do blog sobre o que o advogado pode e não pode postar no Instagram detalha as sete proibições.

Lâmina impressa com anotações riscadas à margem, ao lado de post-its amassados e de uma caneta
Revisar a headline antes de publicar evita os erros mais comuns da área.

Com que frequência um advogado sozinho consegue postar?

Um advogado sozinho consegue postar com a frequência que consegue manter por meses, e não existe número mágico. A cadência certa é a que cabe na agenda de prazos e atendimentos sem atropelar a revisão de cada post. Constância sustentada pesa mais do que um mês intenso seguido de silêncio.

Trabalhar sozinho é a regra na advocacia brasileira. Segundo o relatório do PerfilADV, 72% dos advogados atuam como autônomos, e entre eles 51% trabalham em regime de home office. Para quem não tem equipe, o tempo de conteúdo compete diretamente com o tempo de prazo, e a cadência precisa respeitar isso.

Um caminho prático é produzir em lote. Reserve um bloco fixo por semana ou por quinzena, escolha três pautas do banco, uma de cada ângulo, e roteirize as três de uma vez. Com um post por semana, as 30 ideias deste artigo cobrem cerca de sete meses de calendário. Ajuste o ritmo depois de um mês, com base no tempo que cada post de fato consumiu.

A inteligência artificial pode ajudar a rascunhar, desde que o advogado revise tudo e não insira dados de clientes. O guia sobre ChatGPT para advogados mostra prompts e os pontos em que a ferramenta erra na ética, e o guia sobre o que diz a Recomendação 001/2024 do CFOAB explica a supervisão humana exigida.

Perguntas frequentes

Não vai ficar igual ao post de todo mundo?

Fica igual quando o advogado de família copia o tema e a headline de outro perfil. O que diferencia um post é a tese escolhida, o ângulo e o vocabulário de quem atende aquele público. O mesmo tema, como guarda compartilhada, rende um post educativo, um provocativo e um humanizado, cada um com um recorte próprio. A repetição de tema é normal na área; a repetição de abordagem é evitável.

Não tenho tempo para postar com frequência.

O advogado que trabalha sozinho ganha tempo separando a escolha do tema da produção. Com um banco de pautas pronto, a tarefa semanal deixa de ser decidir o que dizer e passa a ser escrever um roteiro já pensado. Produzir em lote, em um bloco fixo de horas por semana ou por quinzena, costuma ser mais sustentável do que escrever no dia da publicação.

Posso falar de casos que atendi se tirar os nomes?

Não é o caminho seguro. O Provimento 205/2021 do CFOAB veda a referência a decisões e resultados de processos que o advogado patrocina (art. 4º, § 2º) e o uso de casos concretos para oferta de atuação profissional (art. 6º). Uma ementa do TED da OAB/SP, noticiada pela imprensa jurídica, aponta a vedação mesmo com dados ocultos. Prefira situações hipotéticas, declaradas como tais.

Posso usar IA para gerar as ideias de posts?

Pode, desde que o advogado revise e continue sendo o autor. A Recomendação 001/2024 do CFOAB pede supervisão humana (item 3.1) e zelo pelo sigilo ao inserir dados (item 2.1); para criar posts, o caminho prudente é não inserir dado de cliente. A responsabilidade pelo que é publicado continua sendo do advogado (Provimento 205/2021, art. 1º, § 1º). O guia do blog sobre inteligência artificial na advocacia detalha esses cuidados.

Qual é o melhor marketing para advogado?

Não existe resposta única, e a própria norma desaconselha o superlativo. O que funciona dentro do Provimento 205/2021 do CFOAB é o marketing de conteúdos jurídicos: material informativo, publicado com constância, que explica temas da área de atuação sem prometer resultado, sem expor casos concretos e sem induzir o leitor a litigar. A consistência pesa mais do que o formato.

O que levar deste banco de pautas?

O advogado de família tem tema de sobra: a dúvida do público é constante, e os três ângulos multiplicam cada tema por três. O que separa o post informativo do post arriscado é a forma. Pergunta no lugar de promessa, método no lugar de caso, explicação no lugar de chamada ao litígio.

Escolha três ideias desta lista, uma de cada ângulo, e roteirize as três na mesma sessão. Revise cada lâmina com o Provimento 205/2021 em mãos, confira o direito material na fonte e publique no ritmo que sua agenda sustenta, mesmo que seja menor do que o de outros perfis da área.

Fontes e referências

  1. Conselho Federal da OAB. Provimento 205/2021, dispõe sobre a publicidade e a informação da advocacia, 2021. https://www.oab.org.br/leisnormas/legislacao/provimentos/205-2021
  2. Conselho Federal da OAB. Código de Ética e Disciplina da OAB, Resolução 02/2015, 2015 (PDF). https://www.oab.org.br/arquivos/resolucao-n-022015-ced-2030601765.pdf
  3. Presidência da República. Lei 8.906/1994, Estatuto da Advocacia e da OAB, 1994. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8906.htm
  4. Conselho Federal da OAB. Atualização do provimento do marketing jurídico entra na fase final após encontro com presidentes dos TEDs, 2025. https://www.oab.org.br/noticia/63703/atualizacao-do-provimento-do-marketing-juridico-entra-na-fase-final-apos-encontro-com-presidentes-dos-teds
  5. Comitê Regulador do Marketing Jurídico do CFOAB. Principais dúvidas sobre publicidade na advocacia: entendendo o Provimento 205/2021, 2024 (PDF). https://marketingjuridico.oab.org.br/doc/cfoab--cartilha-digital-publicidade-advocacia.pdf
  6. Comitê Regulador do Marketing Jurídico do CFOAB. Site oficial, com formulário de consultas sobre publicidade na advocacia, 2022. https://marketingjuridico.oab.org.br/
  7. IBGE. Estatísticas do Registro Civil 2024: número de divórcios cai em 2024 após três anos de alta, 2025. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/45423-numero-de-divorcios-cai-em-2024-apos-tres-anos-de-alta
  8. Conselho Federal da OAB. Perfil ADV: conheça o resultado do primeiro estudo demográfico da advocacia brasileira, 2024. https://www.oab.org.br/noticia/62188/perfil-adv-conheca-o-resultado-do-primeiro-estudo-demografico-da-advocacia-brasileira
  9. CFOAB e FGV Conhecimento. PerfilADV: 1º Estudo Demográfico da Advocacia Brasileira, relatório, 2024 (PDF). https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/2025-01/publicacoes/perfil_adv_1o-estudo_demografico_da_advocacia_brasileira.pdf
  10. JuriNews. OAB SP publica ementa que veda o uso de casos concretos em publicidade e redes sociais, ainda que os dados sejam ocultos, 2025 Fonte secundária; texto oficial da ementa não localizado no site da OAB/SP. https://jurinews.com.br/destaques-ultimas/oab-sp-publica-ementa-que-veda-o-uso-de-casos-concretos-em-publicidade-e-redes-sociais-ainda-que-os-dados-sejam-ocultos/

Maykom Pereira

Estrategista de marketing e growth

Maykom Pereira trabalha com marketing digital há mais de dez anos, com foco em growth, inteligência artificial aplicada, automação e SEO/GEO. Atende legal techs, startups e organizações na construção de presença digital. Escreve no blog do Toga Content sobre método de conteúdo. Não é advogado: as referências normativas dos textos dele seguem as fontes oficiais citadas.

mpereira.siteLinkedIn

Este artigo foi produzido com apoio de inteligência artificial e revisado por pessoas antes da publicação. As normas citadas foram conferidas nas fontes oficiais na data indicada. O conteúdo tem caráter informativo e não substitui consulta à seccional da OAB ou a um profissional.

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